Shih Ching a maior pirata dos sete mares

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Quando falamos em pirataria, logo surgem os nomes de Barba Negra, William Kidd, Black Bart, entre outros que aterrorizaram os sete mares, mas poucos sabem que a maior pirata da história mundial foi uma chinesa seu nome era Shih Ching. A maior, pois aterrorizou os mares asiáticos no final do século XVIII e início do século XIX, comandando 20 a 40 mil homens. Conheça agora a história de Shih Ching, a maior pirata dos sete mares:

Shih Ching nasceu em Shi Xianggu em 1775. Aos 26 anos, trabalhava como prostituta em um bordel em Guagzhou, quando foi capturada por piratas. Em seguida casou-se com um dos maiores piratas chineses: Cheng I.

Após o seu casamento, Ching e seu marido tomaram parte em uma rebelião que ocorria no Vietnã. Em tal ocasião adotaram o seu filho Chang Pao. Antes mesmo de regressarem a China, o seu esposo perdeu a vida em um grande vendaval. Na verdade, o seu nome mais conhecido significa exatamente viúva de Cheng.

Quando faleceu, Cheng possuía um total de 400 navios e comandava aproximadamente 60 mil piratas. No instante seguinte, toda essa herança foi passada para Ching, que demonstrou ser uma exímia e habilidosa pirata.

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Vários estudiosos acreditam que Ching tenha sido a maior pirata da história se for considerado o sucesso obtido durante a carreira, durante a sua vida na pirataria, estima-se que tenha atacado mais de 2 mil navios, aterrorizando os navios que passavam pela região leste as Ásia.

Ching também foi a responsável pelo desenvolvimento de um código de leis piratas sobre como os seus subordinados deveriam se portar. Os homens deveriam sempre obedecer aos seus superiores e a desobediência era severamente punida. O código também pregava o respeito as populações civis que colaborassem com a frota e com as mulheres que fossem capturadas como prisioneiras.

Preocupado com a escalada de poder de Ching, o governo chinês decidiu enfrentá-la em várias batalhas, geralmente, tais encontros eram vencidos pela frota pirata, causando pesadas baixas às tropas chinesas.

Após vários anos de pirataria, Ching pediu o perdão pelos seus atos e os de sua tripulação, o que lhe foi concedido em 1810. A partir de então, Ching desmobilizou a sua tropa e passou a ser proprietária de um bordel e um cassino. Faleceu em 1844.

Até a próxima!!

Fontes: Ancient Origins, Rejected Princesses,  Bad ass of the week