A misteriosa doença do meteoro peruano

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Todos nós somos testemunhas do surgimento de várias doenças em misteriosas e as suas histórias são muito ricas pois contemplam casos de doenças estranhas cujas origens são desconhecidas até hoje. No artigo de hoje, vamos contar uma dessas estranhas histórias: A misteriosa doença do meteoro peruano. Então, tome suas vitaminas e venha conosco conhecer mais essa misteriosa história.

O Meteoro de Carancas

A vila de Carancas se localiza no território peruano, na fronteira com a Bolívia e nas proximidades do lago Titicaca. É um local muito tranquilo, longe da agitação das grandes cidades, como você já deve estar imaginando com a simples descrição que fizemos. Pois esse foi o cenário escolhido por um meteorito para fazer a sua chegada ao Planeta Terra.

Cratera do meteoro de Carancas – Crédito Meteoritegallery

Era o dia 15 de setembro de 2007, as 11:40 (horário local), um meteorito condrito atingiu o solo nos arredores da cidade abrindo uma cratera de 7,5 m de profundidade e chamando a atenção dos moradores. Ao cair, o meteorito ainda causou danos em uma construção próxima e derrubou um homem que andava de bicicleta nas proximidades. Contudo, a queda do meteorito não causou nenhum ferimento imediato em ninguém. Outro fato que merece ser citado é que, no momento em que o meteorito atingiu o solo, muitos habitantes das proximidades acreditaram que seu país estava sendo atacado pelo Chile, devido à proximidade com a fronteira daquele país.

Logo depois, muitos populares correram até o local para ver o que havia acontecido. Pois é aí é que mora o mistério, já que as pessoas foram curiosas ver um acontecimento mas não sabiam que desenvolveriam sintomas próprios de uma doença, até hoje inexplicável.

A doença do meteoro peruano

Logo depois do primeiro contato da população com o meteoro e sua cratera, quase 200 pessoas começaram a relatar sintomas diversos. Os policiais que foram até o local para investigar também queixaram-se de vários sintomas diferentes.

Mas não foi só isso, com a passagem do tempo, muitas outras pessoas passaram também a se queixar e relatar aos serviços de Saúde que se encontravam doentes. Entre os principais sintomas relatados estavam: náuseas, vômitos, dores de cabeça, tonturas e problemas de pele. Outro fato muito intrigante que ocorreu no local foi a a morte de vários animais. Ademais, muitas pessoas passaram a relatar a existência de um odor muito forte nas proximidades.

Contudo, 4 dias após manifestar os primeiros sintomas, a maioria dos doentes relatou começar a sentir bem. Ao todo, estima-se que mais de 600 pessoas procuraram os serviços de saúde com sintomas que relacionaram com a queda do meteorito.

Os mistérios

Apesar da questão ter sido esmiuçada nos anos posteriores por especialistas de diversas áreas, a causa da misteriosa doença do meteoro peruano não foi esclarecida.

Uma das teorias mais aceita, credita os sintomas sofridos pelos moradores de Carancas à inalação de gases tóxicos que se formaram após o choque do meteoro incandescente com o solo, evento que fez com que a a água subterrânea do local, conhecida por conter arsênico, entrasse em ebulição e virasse vapor. Ademais, tal teoria afirma também que esse vapor se misturou com elementos constantes no próprio meteorito para formar um gás tóxico desconhecido.

Com toda a certeza, também não poderiam faltar as teorias fantásticas, como por exemplo: a existência de uma bactéria ou vírus extraterrestre que teria sido o agente causador da doença ou então uma espécie de histeria coletiva que fez com que muitas pessoas ao mesmo tempo pensassem estar com alguma doença, quando na verdade não tinham nada.

Por outro lado, durante o curso das investigações realizadas pelas autoridades peruanas, foi declarado que o meteoro que havia caído em Carancas não representava nenhum perigo para a saúde humana. É importante ressaltar também que naquele mesmo ano ainda caiu o outro meteorito em solo pelo peruano, na província de
Arequipa.

Isso é tudo por hoje e assim sendo, até a próxima!!

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* Salvo aquelas que são de domínio público, todos os direitos autorais sobre as obras audiovisuais deste artigo pertencem aos seus proprietários.

Fontes (pesquisa e/ou material audiovisual): The Guardian, Curto e Curioso, UFO, Jornal de Brasília