História da fabricação do papel

Atualmente a nossa sociedade é bastante dependente do papel, seja pela nossa necessidade de registrar os nossos feitos ou pela burocracia que existe em nosso governos e empresas. Mas o que vamos mostrar hoje é que o papel não é de hoje. Ele existe desde o século II d.C. e vamos mostrar como ele era fabricado antigamente. Então, vem conhecer essa história no artigo de hoje.

A fabricação do papel

Antes de mais nada, é importante que você entenda que, nos dias de hoje, modernas máquinas fazem boa parte do trabalho, que nos primeiros tempos era realizado manualmente. Ademais, até mesmo o material utilizado não era o mesmo de hoje. Hoje em dia se utiliza a celulose que é uma fibra extraída diretamente da madeira e na antiguidade os povos utilizavam fibras de algodão. Essas fibras eram comumente extraídas de roupas e panos e do próprio algodão.

A produção de livros aumentou de forma considerável a partir da invenção das prensas e de todo o maquinário moderno. Com isso, aumentou também a necessidade do papel e, consequentemente, alguns soberanos da Europa chegaram a limitar a venda de roupas em suas fronteiras. Isso era feito com o intuito de que sobrasse mais matéria prima para a fabricação do papel.

Apenas em 1719 que o francês René Antoine de Reaumour descobriu que se poderia utilizar as fibras extraídas da madeira para a fabricação de uma pasta que se converteria em papel. Mas foi só na metade do século XIX que alguns inventores descobriram o processo que viabilizava, de fato, a extração dessas fibras.

Nos dias de hoje, com o aperfeiçoamento dos métodos de produção é possível aproveitar quase a totalidade da árvore para a produção da pasta de celulose e consequentemente do papel.

Isso é tudo por hoje e assim sendo, até a próxima!!

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Veja também: Como o papel é fabricado??

Fontes: UNESP, Recicloteca, Portal São Francisco, Superinteressante