O que é a Síndrome da Guerra do Golfo??

  • por

Estar em uma guerra ou em uma área conflagrada, sem dúvida, é uma das piores experiências que um ser humano pode ter. Alguns veteranos e sobreviventes e conflitos armados ficam com síndromes psicológicas ou estresse pós-traumático, por exemplo. Então, venha conhecer um pouco sobre uma síndrome um pouco diferente que atinge os veteranos que lutaram na Guerra do Golfo de 1991 e sobreviventes que residiam na região naquela época.

A Síndrome da Guerra do Golfo

Essa doença é caracterizada por vários sintomas geralmente demonstrados no sistema imunológico e em malformações congênitas. Outros sintomas que são relatados pelos portadores da síndrome são náuseas, fortes dores de cabeça, perda de memória, dificuldade de concentração, perda de sensibilidade nas mãos e pés e doenças de pele.

Apesar de muitas controvérsias sobre a causa ou mesmo a quantidade de pessoas que sofrem dessa doença, vários especialistas convergem na explicação de que ela é causada pela exposição a substâncias químicas nocivas à saúde humana. Entre as quais podemos citar: pesticidas organofosforados, urânio empobrecido, armas químicas de diversos tipos ou até mesmo a um antídoto que foi ministrado as pessoas para protegê-las de gases químicos conhecido como brometo de piridostigmina.

Em 2008, um comitê formado por cientistas e veteranos do conflito anunciou que provavelmente a causa da síndrome foi mesmo o brometo de piridostigmina. Apesar disso, muitos estudiosos não descartam as outras possíveis causas para essa doença e mesmo o comitê concluiu que nenhuma outra causa pode ser descartada.

O principal organismo que luta para que os governos destinem fundos para a pesquisa dessa síndrome é uma associação britânica de veteranos. Além de veteranos norte-americanos e sobreviventes iraquianos, a síndrome foi verificada também em ex-soldados do Reino Unido, Canadá, Austrália e Dinamarca.

Isso é tudo por hoje e assim sendo, até a próxima!!

Curta nossa fanpage no Facebook!!

Veja também: As estratégias britânicas de recrutamento durante a Primeira Guerra Mundial

Fontes: Folha de São Paulo, Público, History, Secretaria da Educação do Estado do Paraná, Terra e Tempo